🔴LIVE EduGeekNerd: Informação & Opinião - Papo reto sem filtro - 06/07/2026

🔴LIVE D0 DIA - 06/07/2026 ▶️População em situação de rua dobra no Brasil no governo Lula. ▶️Com rombo bilionário, previdência das forças armadas entra na mira de bova reforma. ▶️Conta de luz mais cara sobe mais de 15% e aperta orçamento de consumidores no Norte e Nordeste

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ESPANHA VS PORTUGAL

Espanha x Portugal - Oitavas de Final

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BRASIL VS NORUEGA / QUARTAS DE FINAL

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ELEITORES DE ESQUERDA VS POLÍTICOS DE ESQUERDA


 

Brasil VS Noruega

Copa do Mundo : FRANÇA VS PARAGUAI




Copa do Mundo ⚽️ #CopadoMundo🏆
França 🇫🇷 1 🆚 0 🇵🇾 Paraguai
Melhores momentos.

O BRASIL QUER VER A CPI DO MASTER


 

PROMETERAM MUDAR O PAÍS .... TERMINAM DONOS DE TUDO.


 

G.K CHERSTERTON



POR QUE DEVEMOS NOS PREOCUPAR COM OS GASTOS DO GOVERNO?


 

Pior que muita gente ainda não entendeu que estamos gastando muito mais do que conseguimos arrecadar e um curto espaço de tempo.
Se eu fosse funcionários públicos, eu estaria muito preocupado?
O que acontece quando você gasta mais do que ganha, pergunta bem simples?
O país está gastando mais do que arrecada de forma estrutural há anos, gerando déficits primários (antes dos juros) ou surpluses muito pequenos, enquanto o déficit nominal (incluindo juros) fica alto, em torno de 7-8% do PIB. Isso faz a dívida pública bruta subir consistentemente.
FONTE:
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Situação atual (dados recentes, 2025-2026)

Resultado primário: Projeções oficiais e de instituições (Tesouro, IFI/Senado, FMI, S&P) mostram déficits primários do Governo Central em 2025 (~0,5% do PIB) e 2026 (~0,2-0,7% do PIB), mesmo com exceções legais para precatórios e outros.
Metas são cumpridas no "limite inferior" graças a abatimentos, mas o esforço fiscal real é insuficiente.
FONTE
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Déficit nominal geral: Fica em ~7-8% do PIB por causa dos juros altos (Selic elevada). Despesas primárias (~18-19% do PIB) superam a receita líquida em vários cenários.
FONTE:
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Dívida: Bruta do Governo Geral em ~76-79% do PIB em 2025, projetada para 82-86% em 2026 e continuando a subir (pode chegar a 90%+ no médio prazo sem ajuste forte). Líquida também em alta (~64-67% do PIB).
FONTE:
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O problema não é só "gastar mais" (não chega a isso, mas o desequilíbrio é claro: receita primária líquida ~18% do PIB vs. despesas primárias ~19% ou mais, com juros adicionais).
Gastos obrigatórios (previdência, pessoal, saúde/educação vinculados) crescem rápido, enquanto receitas dependem de crescimento econômico e medidas pontuais que não sustentam no longo prazo.
O que acontece quando se gasta mais do que se ganha (analogia pessoal x país) Pessoa física: Dívida explode, juros comem tudo, credores cobram, risco de inadimplência, restrição de crédito, falência ou renegociação dolorosa.
País como Brasil onde a dívida cresce resulta em → juros maiores (já ~8% do PIB) → menos dinheiro para investimentos como infraestrutura, saúde, educação e segurança.
Pressão por ajuste: cortes em discricionários, aumento de impostos ou inflação (via monetização, embora BC seja independente).
Risco de downgrade de rating, Real mais fraco, juros mais altos e crescimento mais baixo (armadilha de dívida).
No médio prazo (sem mudança): estabilização possível só com superávit primário maior (~2%+ do PIB), mas projeções base mostram dívida subindo até ~2030.
Muita gente não entende porque o Brasil "rolou" a dívida por décadas (mercado doméstico grande, reservas), mas o custo está subindo e a rigidez orçamentária (gastos mandatórios ~90% do orçamento) limita opções.
Se você fosse servidor público, deveria se preocupar?
Sim, com moderação, mas sim. Não é catástrofe imediata, mas há riscos reais: Reajustes limitados: Regra fiscal (LC 200/2023 e gatilhos) impede ganhos reais fortes.
Em 2027, por exemplo, ministro da Fazenda já sinalizou sem reajuste acima da inflação se gatilhos forem acionados. Até 2030, crescimento real da folha limitado a ~0,6% ao ano em alguns cenários.
FONTE:
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Pressão por contenção: Se metas não forem cumpridas, vedações automáticas (art. 167-A CF): proibição de criação de cargos, reestruturações que aumentem despesa, novos benefícios etc.
Já há debates sobre "bomba-relógio" de reajustes recentes (Câmara, Senado, TCU) que pressionam R$ bilhões extras.
FONTE:
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Estabilidade vs. rigidez: Servidores têm estabilidade, mas folha de pessoal é alvo recorrente em ajustes (congelamentos passados, reforma administrativa em discussão). Concursos mais restritos e progressões condicionadas a metas/fiscal.
Acordos recentes deram reajustes após anos de perdas (2023-2025), e o governo tem negociado. Mas sustentabilidade depende de ajuste maior (corte obrigatórios em gastos ou mais receita).
Resumo simples: o Brasil não "gasta exatamente o dobro", mas gasta consistentemente acima do que arrecada de forma insustentável.
Isso erode margens para gastos com pessoal e serviços.
Servidores públicos razoavelmente preocupados com estagnação salarial real e riscos de novos gatilhos, mas o colapso não é iminente — depende de política (eleições, Congresso, próximo governo).
Ajuste fiscal mais duro (reforma de gastos) seria o caminho clássico para estabilizar.
Mas infelizmente ao que tudo indica este atual governo não da a mínima para isso e seus gastos em excesso.

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